Como escolher, instalar e testar uma placa DMA antes de existir firmware para ela.
Esta seção cobre tudo que acontece entre decidir comprar uma placa e ter uma que o seu segundo PC enxerga. Isso inclui escolher a classe, encaixar a placa, ligar o driver certo e provar o caminho USB. É nessa etapa que os primeiros setups falham, e a página de um produto de firmware não cobre nada disso.
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O número indica a capacidade lógica do FPGA, não um nível de segurança: a 35T serve para setups só com radar, a 75T tem o suporte de firmware mais amplo e a 100T a maior folga. Se não houver slot PCIe livre, vá de M.2. Compre a classe para a qual o seu fornecedor de firmware publica imagens e depois confirme que a placa cabe fisicamente no slot.
Desligue o PC de jogo e tire o cabo da tomada, depois encaixe a placa até o fim num slot PCIe ou M.2 livre, com espaço ao lado da placa de vídeo. Parafuse o espelho e leve um cabo USB 3 da porta de dados da placa até uma porta USB 3 traseira do segundo PC. Ligue primeiro o PC de jogo e confirme que a placa foi enumerada antes de instalar qualquer driver.
No segundo PC, instale o driver FTDI D3XX da ponte de dados FT601 antes de qualquer software leitor, e o driver CH347 para a gravação. Ligue o cabo na porta de dados da placa e confirme que o dispositivo aparece no Gerenciador de Dispositivos. “Unable to connect to USB/FT601” quase sempre significa porta errada, cabo só de carga ou driver FTDI ausente.
Rode a ferramenta de teste de leitura do seu firmware a partir do segundo PC, com a placa na porta de dados e nada mais naquele controlador USB. Um resultado saudável fica na casa das dezenas a poucas centenas de MB/s, dependendo da classe da placa e do firmware. Qualquer coisa muito abaixo disso quase sempre é falha no caminho USB: cabo só de carga, header do painel frontal, hub ou link em USB 2.
Resolva as camadas baratas primeiro: um cabo USB 3 decente, um mapa de memória válido e um caminho USB direto na porta traseira custam quase nada e respondem pela maioria das reclamações. Um FPGA maior é o último upgrade, não o primeiro, porque ele não conserta nada que um cabo ruim causou.
Normalmente não, porque um notebook gamer comum não tem slot PCIe acessível e o único slot M.2 dele guarda o disco de boot. As duas exceções que vale conferir são um segundo slot M.2 realmente livre e um gabinete PCIe Thunderbolt que exponha o barramento de forma adequada.